Desde pequenos que somos ensinados de que comer peixe é bom para a nossa saúde. Mas isso nem sempre é verdade. Às vezes, consumir esses seres aquáticos é extremamente perigoso e pode até trazer doenças muito graves.
Desde pequenos que somos ensinados de que comer peixe é bom para a nossa saúde. Mas isso nem sempre é verdade. Às vezes, consumir esses seres aquáticos é extremamente perigoso e pode até trazer doenças muito graves.
A nossa sociedade actual está sempre com pressa e stressada, e isso afecta a maneira como nos alimentamos. Muitas vezes, vamos a casa na hora de almoço e consumimos refeições rápidas porque não temos carne descongelada, e o tempo é escasso.
Esta bebida que muitas pessoas consomem diariamente pode trazer efeitos terríveis para a saúde…
A sensação de formigueiro das pontas dos dedos e de todo o braço é um sintoma relativamente comum, que atinge uma entre 10 pessoas em todo o mundo. A sensação pode ser temporária, como resultado de uma simples fadiga, ou indicar algum problema mais grave de saúde.
As infecções por parasitas intestinais estão a aumentar com a popularidade do sushi e os riscos do consumo de peixe cru ficaram novamente ilustrados com um caso insólito relatado por um médico norte-americano no podcast de medicinaThis Won't Hurt a Bit, e que este fim-de-semana tem sido citado pela imprensa internacional. Na Califórnia, um homem que comia sushi quase diariamente descobriu que tinha uma ténia de 1,67 metros.
São poucos, apesar de dizerem que são cada vez mais, mas a teoria que defendem faz destes seres humanos uma espécie em vias de extinção: são os antinatalistas, pessoas que advogam o fim da raça humana como forma de salvar o mundo.
Num video publicado no facebook, uma médica fala sem medos sobre o que se passa no Hospital onde trabalha. É de ler e partilhar.
É importante que todos saibam disto! Pois esta simples informação pode vir a salvar vidas! E provavelmente quase todos ainda a desconhecem!
Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem.
Um grupo de investigadores portugueses, do Instituto de Medicina Molecular, descobriu que é possível dar nova vida a células envelhecidas se se reduzir a quantidade de uma molécula de RNA, na sigla em inglês, que estas células produzem em maior quantidade. Um estudo, feito com células da pele de ratinhos, e publicado na NatureCommunications.